quinta-feira, 22 de junho de 2017

CONTO - A DIRETORA DA EMPRESA DESCOBRIU MEU FETICHE POR BOTAS - PARTE 2



Ela desligou o telefone, perguntou se eu ia demorar e eu disse que estava acabando, então ela de uma forma meio sarcástica disse:
- Nossa mas você ta demorando ai em baixo hein, também não para de olhar minha bota

Quando ouvi isso eu engoli seco, fiquei sem reação e sem palavras.
Ela então perguntou:
- Achou ela feia?
Eu respondi muito sem jeito e gaguejando:
- Não, na verdade é bem bonita (fiquei vermelho e muito excitado)
- Ah sim, eu adoro botas sabe ?! E paguei tão caro nela, de tanto você olhar pensei que tinha achado ela feia.

Ficamos alguns minutos em silencio, assim que terminei o que estava fazendo avisei ela, e então ela levantou, disse que sairia pra almoçar e me convidou, disse que pagaria o almoço por eu ter resolvido o problema. Eu ainda estava excitado, aquela pequena conversa mexeu comigo, afinal ela tinha notado que eu estava olhando pra bota dela, esse é um fetiche muito intimo e eu não sabia o que ela tinha interpretado... Eu disse que agradecia muito o convite mas que não poderia ir agora, ela insistiu disse pra eu parar de besteira que ela era a chefe e não teria problema nenhum eu sair pra ir almoçar naquele momento. Devido a excitação que estava eu não poderia levantar, estava com uma calça social que ia denunciar minha excitação, mas enquanto insistia ela já foi me dando a mão pra me ajudar a levantar então não tinha escapatória, não tinha justificativa eu continuar la embaixo da mesa, então morrendo de vergonha eu me levantei ela viu o volume na minha calça e não disse nada, fui até o banheiro morrendo de vergonha e excitação, limpei as mãos, e fui almoçar com a diretora.

Fomos apé até um restaurante próximo, no caminho encontramos alguns colegas retornando do almoço, ela passou algumas instruções para aqueles que eram seus subordinados e seguimos para o restaurante, durante o caminho falávamos coisas do trabalho e coisas casuais, eu estava muito sem graça e ela parecia ignorar tudo aquilo.
Chegando no restaurante pedimos o almoço e ela foi bem direta:
- Por que você acha que te convidei pra almoçar hoje?
- Fiquei bem surpreso, com o convite, sou grato mas realmente não sei. - respondi
- Olha Bruno, eu vi que você tava de pau duro quando levantou, eu vi que não tirava os olhos da minha bota. - Ela disse em tom ameaçador.
- Não sei do que você está falan... - Nem consegui terminar a frase com a interrupção dela
- Você sabe que poderia considerar isso assédio né Bruno?

Me assustei com o tom de voz dela, arregalei os olhos e via que ela tinha algo a dizer ou propor:
- Mas fique tranquilo, não foi pra falar de assédio que te chamei aqui, eu vi que você tem uma certa admiração por botas e quero te ajudar com isso, mas primeiro preciso que você assuma pra podermos seguir em frente.
Percebi que fui descoberto, não tinha ideia do que fazer e pra piorar estar falando sobre um fetiche tão intimo com aquela mulher poderosa, rica me deixou assustado mas ao mesmo tempo excitado novamente.
- Você vai admitir ou podemos pedir a conta já? - Ela questionou em um tom de negociação, tipo 'pegar ou largar', foi ai que comecei a perceber o quanto essa mulher sabia como convencer as pessoas a fazerem o que ela quer e diante da situação taquei o foda-se e falei:
- Realmente, eu admito que fiquei observando e admirando suas botas, elas são lindas, eu sempre gostei de botas e ter ficado ali a poucos centímetros dela mexeu um pouco com minha cabeça....
Ela me olhava como se já soubesse tudo que eu estava dizendo e nem se abalou de tratar de um assunto tão intimo com um funcionário da empresa. Eu estava muito desconfortável mas ao mesmo tempo aliviado de por pra fora aquilo, nunca tinha conversado com ninguém sobre esse assunto, o pouco contato que tinha com esse fetiche por botas era acessando videos e fotos na internet.
- Mas como você percebeu isso? Eu dei tanta bandeira assim? E agora que sabe o que pretende? - Perguntei pra ela, ansioso pela resposta, mas aquilo parecia mais uma reunião de negócios do que uma conversa casual sobre fetiche ou sobre a situação que tinha acontecido poucos minutos atrás na empresa.
- Bruno, veja só, sou uma mulher experiente, batalhei muito pra chegar aqui, percebo tudo que está acontecendo ao meu redor, e especificamente sobre seu segredinho, eu já tive um namorado que tinha a mesma tara, então quando você viu que eu estava de botas arregalou os olhos e ficou aquele tempo todo pra resolver o problema, todo afoito, eu logo deduzi.
Eu ia ouvindo aquilo e me perguntando o que estaria por vir, o que ela pretendia, afinal não parecia ter interesse sexual nenhum em mim ou no meu fetiche até aquele momento.
- Eu te chamei pra almoçar apenas pra conversar um pouco, e entender sobre seu fetiche, e claro tenho um certo interesse nisso tudo, talvez não o interesse que você gostaria mas mais pra frente falamos disso, eu tenho uma reunião dentro de alguns minutos, vou deixar o dinheiro pra pagar a conta.
Ela deixou o dinheiro, deu tchau e voltou pro escritório enquanto eu fiquei la perdidinho sem saber o que essa mulher queria, afinal ela disse que não tem o mesmo interesse que eu mas deu a entender que tem algum interesse, então afinal qual seria?

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