domingo, 25 de junho de 2017

CONTO - A DIRETORA DA EMPRESA DESCOBRIU MEU FETICHE POR BOTAS - PARTE 3


Paguei a conta e voltei pra empresa, estava com aquele almoço e os acontecimentos das ultimas horas na cabeça então foi difícil me concentrar no trabalho. Meus colegas notaram que eu estava meio que viajando e perguntaram se tinha acontecido algo, e claro que neguei. Eu precisava saber o que viria agora, o que a Diretora pretendia mas não podia pressiona-la ou ficar no pé dela perguntando, então o dia passou, muito demoradamente pra mim, mas passou.
No dia seguinte logo que cheguei passei pela sala da diretora com uma desculpa qualquer e ela ainda não tinha chego, então fui pra minha sala fazer minhas tarefas. No horario do almoço novamente passei por la como quem não queria nada só pra saber se ela já tinha chego e nada ainda, pra não levantar suspeitas nem passei mais naquele dia. 
Fui pra casa e não parava de pensar nas botas dela, como seria o cheiro? Como seria tocar, como seria lamber aquelas botas? Comecei a me masturbar imaginando coisas desse tipo e quando imaginei ela mandando em tom bem autoritario eu gozar em cima das botas dela eu realmente gozei e foi muito bom, diria que foi um dos melhores orgasmos da minha vida e acredito que esse alivio me fez tirar ela e a situação um pouco da cabeça, a semana seguiu normalmente e não tive mais nenhum contato com a diretora e evitei passei pela sala dela, já estava achando que aquilo tudo tinha passado e ela nem estava mais dando importância quando mais ou menos uns 7 dias depois do almoço, eu cheguei pra trabalhar, abri meu email e tinha um email da diretora solicitando uma reunião comigo no mesmo dia as 18:30 (após meu expediente). Comentei com os amigos e perguntei se sabiam de algo eles disseram que não e me zoaram dizendo que eu devia ter feito um mal serviço no outro dia e provavelmente levaria bronca ou seria demitido. Fiquei o dia todo com isso na cabeça, não vi ela na empresa e conforma as horas passavam minha tensão aumentava, até que chegou as 18:30, fui pra sala de reunião e aguardei que ela chegasse. Não parava de olhar no relógio até que ela chegou, cerca de 15 minutos atrasada, ao entrar na sala não consegui mais prestar atenção em nada, ela sabia o que mexia comigo e veio com uma bota igual essa da foto e vestida mais ou menos parecida também, acho que não estava na empresa portanto estava com trajes menos formais



Aquele era um dos meus tipos preferidos de bota, o salto, o couro e a altura acima dos joelhos me deixavam doido. Quantas vezes eu já havia me masturbado vendo imagens de mulheres com botas iguais ou no mesmo estilo? Inúmeras...​ E depois de ter aberto o jogo com ela, ela sabia que aquilo provavelmente mexia comigo, então já veio vestida pra matar.
Ela se sentou, deu boa noite, se desculpou pelo atraso e perguntou o que eu tinha achado das botas que ela estava, assim sem mais nem menos.
Eu claro que respondi que adorei que eram muito bonitas e sensuais. Ela disse que já imaginou que eu ia gostar e dependendo do rumo dessa reunião teria uma surpresa pra mim...
Ela estava sentada de frente pra mim,  cada um em um lado da mesa de reunião, portanto eu já não conseguia mais ver a bota, porta estava fechada, e quando finalmente parei de pensar na bota eu pude sentir o perfume, e que perfume bom, ela era uma mulher de classe imagino que fosse um perfume importado bem caro, nunca havia sentido um perfume daquele antes. 
Ela então começou a falar como se realmente estivesse em uma reunião de negocios:
- Bruno, marquei essa reunião hoje pra falarmos um pouco mais sobre seu 'segredo'. Se alguém perguntar o motivo da reunião você pode dizer que eu queria apenas tirar algumas duvidas relacionadas ao andamento da rede de computadores da empresa, ok?
- Sim, senhora! - respondi
- Bruno vou tentar ser direta, eu sei como deve ser difícil pra você lidar com esse fetiche, então eu quero te ajudar com isso mas quero ajuda com algumas coisas também. 
- Eu quero virar presente da nossa empresa, eu acho que nosso atual presidente está fazendo um pessimo trabalho e foi colocado no cargo por indicação da matriz e isso não me agrada, tenho muitos anos de casa e estou vendo a empresa se afundando por causa da incompetência dele. Vou precisar da sua ajuda com isso, você trabalha no dpto de TI e tem conhecimento suficiente pra me ajudar com isso.

As palavras iam entrando na minha mente e me deixando confuso, ela queria minha ajuda pra derrubar o presidente da empresa, isso não era nada ético, mas ela já tinha um segredo meu, então já que estavamos tratando aquela conversa como uma reunião de negócios eu perguntei:
- Não sei o que você exatamente quer, mas como posso ajudar? E o que ganho com isso? 
- Bruno eu já sei o que eu quero, e você o que quer? Ou melhor, deixa eu te ajudar um pouco a pensar.
Ela levantou veio até meu lado, virou minha cadeira de frente pra ela, coloucou um pé em cima da minha perna, e disse:
- Eu sei que você está louco pra tocar nelas, vamos lá, pode tocar.
Fiquei morto de vergonha e sem reação, ela estava com a bota ali em cima de mim me dando permissão para toca-la, era bom de mais pra ser verdade. 
- Anda menino, não tenho o dia todo! -Me apressando ela disse.
- Você não tem fetiche? Não achou elas bonitas? Vamos lá estou deixando você tocar.
Dito isso eu toquei na parte do 'peito do pé' e acariciei, imediatamente fiquei de pau duro, ela estava fria, e começou a falar:
- Pode encostar, não tenha medo, mas vamos continuar negociando, veja só Bruno, já pensou nas possibilidades? O que você pode ter jogando no meu time? 
Enquanto ela falava comecei a passar a mão pelo salto da bota e depois fui subindo pelo cano até o limite e depois descia a mão. Já estava com muito tesão e não conseguia olhar nos olhos dela, somente para a bota e ela me perguntou:
- O que você está com vontade de fazer agora?  Me conte...
Exitei em responder, fiquei mudo e ela repetiu a pergunta mas em tom autoritário, então eu respondi timidamente que adoraria lamber a bota inteira, deixar limpinha, tirar e cheirar por dentro, sentir o calor e o cheiro da parte interna, gostaria muito de gozar em cima dela também, passar meu pau nela.
Ela deu uma gargalhada e disse que talvez eu pudesse um dia fazer isso e muito mais, desde que jogasse no time dela.
O tesão falou mais alto e eu disse que faria o que fosse necessário.
Ela tirou a bota de cima de mim, disse que era exatamente isso que queria ouvir, e como prova de lealdade mandou eu dar um beijo no bico da bota e pra eu apenas beijar e me comportar. Fui abaixar e ela mandou que eu ajoelhasse, sem reclamar me ajoelhei e dei um beijo no bico da bota.
- Muito bom, é exatamente isso que eu preciso alguém que seja controlado, não saia fazendo o que não lhe foi ordenado, muito bom Bruno, talvez possamos chegar longe assim...
Eu estava fora de mim, o tesão estava muito e ela sabia disso, aquela mulher sabia como jogar com os desejos de um homem.
Ela virou as costas e foi embora sem dizer nada, eu me levantei e apenas observei o caminhar dela indo embora e a elegância daquela bota...

Continua

quinta-feira, 22 de junho de 2017

CONTO - A DIRETORA DA EMPRESA DESCOBRIU MEU FETICHE POR BOTAS - PARTE 2



Ela desligou o telefone, perguntou se eu ia demorar e eu disse que estava acabando, então ela de uma forma meio sarcástica disse:
- Nossa mas você ta demorando ai em baixo hein, também não para de olhar minha bota

Quando ouvi isso eu engoli seco, fiquei sem reação e sem palavras.
Ela então perguntou:
- Achou ela feia?
Eu respondi muito sem jeito e gaguejando:
- Não, na verdade é bem bonita (fiquei vermelho e muito excitado)
- Ah sim, eu adoro botas sabe ?! E paguei tão caro nela, de tanto você olhar pensei que tinha achado ela feia.

Ficamos alguns minutos em silencio, assim que terminei o que estava fazendo avisei ela, e então ela levantou, disse que sairia pra almoçar e me convidou, disse que pagaria o almoço por eu ter resolvido o problema. Eu ainda estava excitado, aquela pequena conversa mexeu comigo, afinal ela tinha notado que eu estava olhando pra bota dela, esse é um fetiche muito intimo e eu não sabia o que ela tinha interpretado... Eu disse que agradecia muito o convite mas que não poderia ir agora, ela insistiu disse pra eu parar de besteira que ela era a chefe e não teria problema nenhum eu sair pra ir almoçar naquele momento. Devido a excitação que estava eu não poderia levantar, estava com uma calça social que ia denunciar minha excitação, mas enquanto insistia ela já foi me dando a mão pra me ajudar a levantar então não tinha escapatória, não tinha justificativa eu continuar la embaixo da mesa, então morrendo de vergonha eu me levantei ela viu o volume na minha calça e não disse nada, fui até o banheiro morrendo de vergonha e excitação, limpei as mãos, e fui almoçar com a diretora.

Fomos apé até um restaurante próximo, no caminho encontramos alguns colegas retornando do almoço, ela passou algumas instruções para aqueles que eram seus subordinados e seguimos para o restaurante, durante o caminho falávamos coisas do trabalho e coisas casuais, eu estava muito sem graça e ela parecia ignorar tudo aquilo.
Chegando no restaurante pedimos o almoço e ela foi bem direta:
- Por que você acha que te convidei pra almoçar hoje?
- Fiquei bem surpreso, com o convite, sou grato mas realmente não sei. - respondi
- Olha Bruno, eu vi que você tava de pau duro quando levantou, eu vi que não tirava os olhos da minha bota. - Ela disse em tom ameaçador.
- Não sei do que você está falan... - Nem consegui terminar a frase com a interrupção dela
- Você sabe que poderia considerar isso assédio né Bruno?

Me assustei com o tom de voz dela, arregalei os olhos e via que ela tinha algo a dizer ou propor:
- Mas fique tranquilo, não foi pra falar de assédio que te chamei aqui, eu vi que você tem uma certa admiração por botas e quero te ajudar com isso, mas primeiro preciso que você assuma pra podermos seguir em frente.
Percebi que fui descoberto, não tinha ideia do que fazer e pra piorar estar falando sobre um fetiche tão intimo com aquela mulher poderosa, rica me deixou assustado mas ao mesmo tempo excitado novamente.
- Você vai admitir ou podemos pedir a conta já? - Ela questionou em um tom de negociação, tipo 'pegar ou largar', foi ai que comecei a perceber o quanto essa mulher sabia como convencer as pessoas a fazerem o que ela quer e diante da situação taquei o foda-se e falei:
- Realmente, eu admito que fiquei observando e admirando suas botas, elas são lindas, eu sempre gostei de botas e ter ficado ali a poucos centímetros dela mexeu um pouco com minha cabeça....
Ela me olhava como se já soubesse tudo que eu estava dizendo e nem se abalou de tratar de um assunto tão intimo com um funcionário da empresa. Eu estava muito desconfortável mas ao mesmo tempo aliviado de por pra fora aquilo, nunca tinha conversado com ninguém sobre esse assunto, o pouco contato que tinha com esse fetiche por botas era acessando videos e fotos na internet.
- Mas como você percebeu isso? Eu dei tanta bandeira assim? E agora que sabe o que pretende? - Perguntei pra ela, ansioso pela resposta, mas aquilo parecia mais uma reunião de negócios do que uma conversa casual sobre fetiche ou sobre a situação que tinha acontecido poucos minutos atrás na empresa.
- Bruno, veja só, sou uma mulher experiente, batalhei muito pra chegar aqui, percebo tudo que está acontecendo ao meu redor, e especificamente sobre seu segredinho, eu já tive um namorado que tinha a mesma tara, então quando você viu que eu estava de botas arregalou os olhos e ficou aquele tempo todo pra resolver o problema, todo afoito, eu logo deduzi.
Eu ia ouvindo aquilo e me perguntando o que estaria por vir, o que ela pretendia, afinal não parecia ter interesse sexual nenhum em mim ou no meu fetiche até aquele momento.
- Eu te chamei pra almoçar apenas pra conversar um pouco, e entender sobre seu fetiche, e claro tenho um certo interesse nisso tudo, talvez não o interesse que você gostaria mas mais pra frente falamos disso, eu tenho uma reunião dentro de alguns minutos, vou deixar o dinheiro pra pagar a conta.
Ela deixou o dinheiro, deu tchau e voltou pro escritório enquanto eu fiquei la perdidinho sem saber o que essa mulher queria, afinal ela disse que não tem o mesmo interesse que eu mas deu a entender que tem algum interesse, então afinal qual seria?

segunda-feira, 19 de junho de 2017

CONTO - A DIRETORA DA EMPRESA DESCOBRIU MEU FETICHE POR BOTAS - PARTE 1

Se trata de uma historia real, portanto não vou dar muitos detalhes por motivos óbvios. Trabalho em uma empresa de médio porte, cuido da parte de T.I. da empresa junto com mais 2 colegas, eu como sou o mais novo no cargo, 7 meses, acabo fazendo alguns trabalhos mais chatos. Certo dia recebemos uma solicitação da diretora geral da empresa que fica abaixo só do presidente aqui no Brasil. Ela é uma mulher elegante, fina, tem um ar de seriedade e exigência, mas não chega a ser arrogante. Ela tem por volta de 40 poucos anos, quando vai com alguns decotes percebemos que tem peitos médios, ninguém ousa perguntar mas arrisco dizer que são silicone por parecerem durinhos. Voltando ao dia em questão, o chamado era por conta de um erro no notebook dela, o cabo de rede ou o ponto de rede deviam estar com problemas então teríamos que entrar em baixo da mesa dela e refazer os conectores, e adivinha pra quem sobrou?
Na sala fica a diretora e mais alguns subordinados dela, mas devido ao cargo, a diretora fica num canto em que tem uma visão geral  da sala enquanto os subordinados ficam alguns de lado e outros de costas pra ela.



Cheguei na sala, cumprimentei os que estavam presentes e fui até ela, dei bom dia de forma educada e infelizmente nesse dia ela não estava com decote, era um dia frio então ela vestia uma blusa tipo tricotada eu acho e um blazer por cima. Ela me cumprimentou, agradeceu que vim pra atender a solicitação mas avisou que estava muito ocupada e não poderia parar o que estava fazendo, disse que estava usando pelo wifi do notebook e dava pra se virar por enquanto. Pra resolver logo isso, eu disse que poderia fazer o trabalho sem que ela precisasse sair do lugar, era só afastar um pouquinho que eu já cabia em baixo da mesa, ela então concordou, afastou um pouco, fui até o outro lado da mesa e tive uma agradável surpresa, ela estava com uma saia social, meia-calça e lindas botas de couro marrom, parecidas com essas das fotos.



Em uma fração de segundos meu coração disparou, sempre fui louco por botas, já tinha reparado que essa diretora gostava de usar botas mas nunca imaginaria que ficaria tão perto assim, foi bater o olho naquelas botas que já comecei imaginar 1 milhão de coisas, tudo muito rápido, nem sei se ela percebeu e eu evitei ficar olhando fixamente mas já fui logo me abaixando e entrando de baixo da mesa. As mesas são tampadas portanto o resto do pessoal da sala sabia que eu estava ali mexendo mas não conseguiam me ver e nem eu a eles. Tentei me concentrar no que precisava fazer, mas ter aquelas botas lindas, ainda com cheiro de novas, tão perto de mim tiravam minha concentração. A diretora continuo o que estava fazendo, ela estava sentada normalmente, hora falava no telefone, hora digitava emails. Em um determinado momento enquanto tentava reparar o cabo eu acidentalmente esbarrei nas botas, realmente foi sem querer então pedi desculpas, ela disse que tudo bem, só pediu pra ter cuidado pois eram botas caras, isso foi o suficiente pra me deixar de pau duro. Foi um esbarrãozinho com as costas da mão mas deu pra sentir aquele tecido gostoso, não tinha necessidade dela ter falado pra ter cuidado muito menos falar do valor, mas tudo bem, quem trabalha com esse tipo de pessoa sabe que não perdem oportunidade de estar sempre acima de seus subordinados e devido a minha proximidade e excitação nem dei importância, só conseguia pensar em tocar, beijar, lamber e me aproximar mais das botas.

Depois dessa esbarrada redobrei meu cuidado e já estava quase terminando quando ela levantou e foi até a mesa de algum dos colaboradores fazer algo e voltou, o problema foi quando ela se sentou, ela ficou com as botas ainda mais perto de mim, e aquela situação toda já tava me deixando louco, eu precisava terminar e sair logo dali, porém com um serviço bem feito, mas não conseguia me concentrar direito até que aconteceu algo que mudou tudo, ela pisou na minha mão com o salto, não chegou a doer mas tomei um susto, olhei pra ela e ela nem percebeu ou fingiu que não percebeu, pois estava em uma ligação e nem pra mim olhou. Comecei a imaginar se ela tinha percebido minha agitação, se tinha percebido o quanto eu olhava pras botas delas, fiquei morrendo de medo de ela interpretar mal e ter pisado como forma de advertência, mas ela não disse uma palavra se quer. Já estava dando a hora do almoço e o pessoal começou a sair pra almoçar e nada dela sair do telefone, até que ficamos só nós 2 na sala.