quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

BOTAS DE RAINHA DOMINADORA

Qual o gosto de uma verdadeira 
Rainha / Domme / Dominadora / Mistress 
?
Essa é uma pergunta que muitas pessoas se fazem, o que uma Deusa gosta de calçar?
A Rainha Charlotte divulgou em seu blog uma Wish List / Lista de Presentes para que seus admiradores e/ou submissos possam presentea-la. A lista completa conta com sandalias, rasteirinhas, sapatos, sapatilhas e o que mais interessa a nós, botas!
A lista completa pode ser encontrada em https://rainhacharlotte.com/2016/06/13/wish-list-sapatos-botas-e-sandalias/

As botas que ela ainda não tem e gostaria de ter:






segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

FOTOS - MADAME KARINHO


Madame Karinho esposa do blog http://casalkarinho-reload.blogspot.com.br/
 só de botas de vinil




quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

CONTO EROTICO - AS BOTAS DA PRIMA

Mais um conto real enviado pelo Stivalli43


Esta foi uma de minhas primeiras experiências, começou no inicio de minha adolecência...

Minha familia era bem unida, ao menos naquela época, tinhamos o costume de ir ao shopping juntos algumas vezes ao ano, a turma de minha casa e a de minhas primas.
Costumavamos sair cedo e passar o dia em compras e sempre ao retornar paravamos na casa de uma das familias para abrir cada um dos pacotes e mostrar a todos o que haviamos comprado. Naquela tarde não seria diferente, passamos o dia indo em lojas e estavamos exaustos, ao voltar paramos na casa de meus avós e colocamos em prática o velho costume.
Caixas abriam, embrulhos rasgavam e lá iamos mostrando coisa por coisa até que minha prima Lucia pegou sua caixa, era uma caixa grande e branca, nenhum desenho ou texto, uma caixa quadrada . ela pós a caixa sobre o colo e começou a falar o quanto procurou e o quanto foi difícil achar seu conteúdo, uma bota, não, não uma bota comum essa foi "A Bota".
A visão me prendeu a atenção de tal maneira que mesmo hoje, tantos anos depois ainda sou capaz de lembrar dos detalhes, era uma bota linda, tipo country, seu cano era longo mas não muito, aproximadamente dois palmos e meio de altura do tornozelo até a boca do cano, ela tinha salto alto, cerca de 6 Cm não era um salto fino , diria um salto médio, levemente inclinado para dentro da bota o que acentuava a curva entre o tornozelo e a ponta do salto. Ela não possuia ziper, o cano era um pouco largo no tornozelo, e, por ser nova, com o cano fechado parecia ser mais largo. Ao lado de fora do cano haviam tarrachas arredondadas e douradas  três ao todo dispostas uma pouco acima do tornozelo, uma mais ao centro do cano e a última próxima a boca do cano, cerca de três dedos abaixo. O bico era fino, levemente arredondado e o peito do pé  era formado de uma única peça de couro lisa sem costuras. O cano possuia uma única costura na parte de trás que tinha um toque diferente do tradicional, invéz de descer reta a costura da boca do cano até o calcanhar, o corte do cano quando chegava próxima ao tornozelo inclinava para dentro do pé formando um detalhe que nunca havia visto numa bota, e nunca mais vi em bota alguma até hoje.
Seu interior tinha um forro que vinha da boca do cano até a metade dele, o restante do interior da bota não possuia forro. Ela era toda em couro, o solado liso e num tom de bege, e a bota num tom de marrom muito claro.
Não me recordo a marca, mas a visão da caixa e da bota ficaram fixadas em minha mente...
Naquela época moravamos próximos uns dos outros, a ponto de poder ir visitar a pé, e eu fazia isso com certa frequencia afinal, minha mãe adorava cozinhar e sempre pedia para que eu ou meu irmão fosse a casa delas levar um pouco de seus preparos para experimentarem.
Além disso, meu trabalho de meio período como office boy ajudava a aproximar delas, meu trajeto passava por frente a casa onde moravam.
Em fim, era comum visita-las, mas, após aquela tarde as visitas ganharam um motivo a mais, encontrar aquela caixa de botas.
Com frequncia via minha prima andando calçada naquelas botas, as vezes com o cano oculto por calças jeans em outras com o jeans dentor da bota.
Em um final de semana nos encontramos numa exposição agropecuária e lá estavam aquelas botas, andando para lá e para cá produzindo um furor de hormônios em mim.
Por muito tempo procurei , várias e várias vezes visitei  a casa delas sem sucesso e acabava voltando ou para meu trabalho ou para minha própria casa desapontado.
Em um final de tarde, chuvoso, parei na casa delas para aguardar o tempo melhorar, por sorte havia molhado o suficiente para querer ir ao banheiro para me enxugar e lá pela primeira vez as encontrei aquelas botas, no piso do banheiro molhadas também aguardando secar.
Com minha prima na porta servindo-me uma toalha e ajudando-me a secar a cabeça e ombros, nada pude fazer além de puxar uma conversa sobre a bota no chão.
- Por que sua bota está secando aqui ?
- Ah, não tem outro lugar, e fica fácil pra guardar depois., ela respondeu suavemente
- Você guarda no banheiro ? , perguntei ancioso
- É, numa resposta curta e seca que me fez pensar quanto tempo havia perdido procurando pela casa.
No dia seguinte retornei a casa dela, passava um pouco da hora do almoço e estavam todas na cozinha. Numa visita incomum pedi para usar o banheiro e logo me dirigi ao local onde estava no dia anterior.
Entrei e logo tranquei a porta e comecei a procurar a caixa no armarinho abaixo da pia, logo que abri haviam varios produtos de estética e papel mas nada de caixa de botas...
Pensei, caramba, aonde estão elas, a casa dispunha de dois banheiros um ao lado do outro servindo cada um a dois quartos a sua frente no mesmo corredor.
Sai do baneiro e percebi que nenhuma delas estava por perto então me dirigi ao banheiro ao lado, enterei e fechei a porta. Logo abri o armarinho e la havia uma caixa branca  grande, em cima da caixa, na tampa, escrito a caneta “ Bota Marrom” ah, eis que minha procura chegava ao fim, abri a caixa e lá estavam aquelas maravilhosas botas, a caixa as acomodavam de tal forma a não dobrar os canos.
Já haviam se passados varios meses desde a compra, talvez até um ano ou mais, as botas já apresentavam varias marcas de uso, minha prima as usava com muita frequencia.
Sentei sobre o vaso fechado e tirei elas da caixa, o tesão e a adrenalina corriam por minhas veias, o cheiro delas ah, ainda consigo sentir...  eu logo as beijei e cheirei, as examinava , tocava, acariciava e colocava minha mão dentro do cano esfregando-a sobre meu colo.
O tesão era enorme, e para mim tudo era novo, estava descobrindo a masturbação naquela epoca e aprendendo a fazer isso com as botas de minha prima.
Daquele dia em diante minhas visitas eram quase diárias, na hora do almoço, as vezes a tarde, e as vezes duas vezes ao dia. De tão frequente minha prima até fazia brincadeiras no sentido de me afastar um pouco de lá.
Um certo dia, havia chegado a casa dela e, como de costume, fui direto ao banheiro, lá chegando abri a caixa e elas não estavam lá. Saí do banheiro e a caminho da sala percorri os olhos no quarto dela onde vi a bota abandonada no chão ao lado da cama. Esta foi a primeira vez que tirei ela de um lugar e não devolvi ao mesmo local de onde tirei. Peguei as botas e voltei ao banheiro. Minha prima deveria ter tirado elas deslizando o cano para baixo porque em ambos os pés o cano estava dobrado para dentro o que expunha mais a parde de dentro da bota. A visão tentadora foi o incentivo que faltava para toca-la com meu membro.
Não sabia o que fazer mas o instinto me dizia que deveria colocar “ele” naquela bota. Aberta daquele modo era um convite para mim, não pude nem mesmo tentei evitar e então repousei meu penis dentro da bota suavemente,e em poucos segundos já havia ejaculado e o esperma corria dentro daquela deliciosa bota country.
Depois deste evento as coisas tomaram outra dimensão, por aproximadamente cinco anos usei e abusei daquelas botas compartilhando elas com minha prima que nem sequer sabia o que se passava.
Varias vezes pude ver elas logo após o uso, e algumas poucas vezes vi minha prima usando logo após eu te-las tocado.

Fim da parte 1

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

COLEÇÃO DE BOTAS - STIVALLI43

Algumas fotos da coleção do seguidor do blog Stivalli43


Envie suas fotos, videos e historia para fetichebotasbrasil@gmail.com






segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

CONTO EROTICO - BOTAS NAS ALTURAS

Esse é um CONTO REAL enviado por um seguidor do blog, o amigo Stivalli43 


História real, ocorrida em 2011
Em uma certa época de minha vida era obrigado a viajar bastante a trabalho o que em algumas ocasiões pode ser bem interessante...
Certa vez estive de passagem na Inglaterra, a caminho de volta para o Brasil, era mês de outubro os dias já estavam bastante frios.  Peguei o voo as 20:30h, meu assento estava localizado na fila central da aeronave, ao lado do corredor, dispunham-se quatro assentos  nesta fileira. Ao chegar lá ainda não haviam outros passageiros então acomodei minhas coisas e observava enquanto os outros passageiros entravam.
Logo apareceu um casal jovem pedindo licença para acomodarem-se, não pude deixar de perceber que a moça usava uma bota branca, de salto baixo, com desenho bem moderno, era uma bela garota de seus 25 ou mais. O rapaz que a acompanhava logo tomou a frente e foi sentar-se no penultimo banco da fila.
Era uma casal muito simpatico extrovertidos e animados. Tão rápido quanto se acomodaram já começamos a conversar. Como bons brasileiros nos relacionamos facilmente e sem muita formalidade nos apresentamos, eram Julia e Claudio meus colegas de voo.
Depois deste momento pegamos uma boa conversa e aos poucos sentia-me cada vez mais a vontade para dar uma esticada de olhos e admirar as botas de minha visinha de assento que não parava um minuto sequer mudando de posição esticando os pes, dobrando os joelhos sobre o assento ou cruzando as pernas. O Claudio por sua vez estava bastante cansado, bocejava e não se envolvia muito na conversa.
Um pouco antes do serviço de bordo iniciar, minha esticou as pernas e tirou as botas enquanto conversavamos, ainda com um sorrizo no rosto brincou,
-  Não se preocupe, não tenho chulé “
-  Jamais iria imaginar que teria numa bela bota assim, respondi rapidamente.
Ela sorriu gentilmente enquanto recebiamos o nosso jantar, nesta altura o Claudio já estava dormindo,  aproveitando que o quarto assento estava livre ele deitou-se ocupando os dois últimos postos.
Conversamos um pouco mais durante o jantar mas logo após recolherem os restos a minha colega se cobriu com aquela manta da companhia aérea e se recostou de lado, de costas para mim, virada para seu marido.  Enquanto isto eu rodava os canais da TV interna.
Algum tempo  depois disto apagaram-se as luzes da aeronave, e logo depois a maioria dos passageiros já estavam repousando.
Mantive-me atendo e cobri minhas pernas com a manta. Enquanto arrumava a manta eu descia meu tronco procurando aonde a Julia havia deixado a bota, tateava pelo piso da aeronave escura tentando achar a bota preocupado em não despertar minha colega.
Com muito sacrifício esbarrei numa parte do pé da bota e com as pontas dos dedos uxei ela de vagar para baixo de minhas pernas cobertas pela manta. Logo que consegui voltei a procurar o outro pé, tateando a mão direita esticando o braço e sempre de olho aos dois colegas de assento.
A outra bota estava mais a frente e a Julia estava pisando sobre o cano dela, foi bem difícil mas de vagarinho fui puxando até ela se desprender e eu poder mover a bota para baixo de minhas pernas também.
Respirei aliviado e então separei minhas pernas cobertas pela manda e puxei por entre as pernas as duas botas dela para cima de meu colo.  Foi um momento mágico entre a adrenalina de ter as botas de minha bela vizinha de assento sobre meu colo coberto por uma manta e o risco de ser pego.
As botas estavam frias mas com os zipers abertos, meu membro já estava empolgado com tanta emoção, logo me dispus a acariciar e a tocar a parte interna da bota passando ela sobre meu membro ainda dentro da calça. Não demorou muito e com cuidado tirei meu penis para fora e enfiei dentro de uma das botas dela acomodando ele dentro do pé da bota.
O barulho da aeronave em voo e as leves turbulencias ocultavam meus movimentos contorcidos socando meu penis dentro da bota da Julia tirando dela o prazer que eu tanto buscava.
Em questão de instantes a bota já aquecia todo meu colo a ponto de sentir vontade de tirar a coberta que, logicamente, não poderia tirar.
Depois de mais algumas estocadas troque os pés e penetrei então a outra bota , nesta altura já um pouco quente por estar em meu colo.
Mais uma vez os movimentos e barulhos da aeronave me ajudaram e o climax chegou dentro da bota, jorrei meu semem dentro dela, imundando a bota com meu gozo, nestes momentos que percebemos que nossos neurónios não funcionam sob altas cargas de hormônios enquanto deliciava-me ao gozar dentro da bota dela não preocupava-me em como limpa-las,  deixei que todo meu gozo fosse despejado dentro dela.
Tirei o penis de um dos pés e coloquei no outro terminando o jorro enquanto empurrava a glande em direção a parte interna do bico.
A bota se contorcia entrono de meu membro rigido, forçando ela a acomoda-lo todo e deixando meu semem por todoa sua parte interna do pé.
Um sentimento de orgasmo me tomou enquanto ainda meu penis já semi rigido repousava dentro de uma das botas e eu olhava ao lado aquela bela garota dormindo sem sequer saber o que acabara de acontecer.
Fui me recompondo aos pouco ainda etava um pouco ofegante quando a comissária de bordo me surepreendeu tocndo em meu ombro esquerdo perguntando,
- Senhor, aceita um copo de água ?
É comum de tempos em tempos as aeromoças fazerem esta rotina de oferece água aos passageiros pois no interior da aeronave a umidade relativa é muito baixa.
- Você teria suco de laranja e guardanapos? Perguntei.
- Certamente,, respondeu a comissária com um sorriso curto.
Equanto eu aguardava o suco e os guardanapos fui arrumando as coisas e limpando meu penis na parte interna do cano da bota deixando cada misera gotinha de semem preso a bota.
Acomodei meu garoto e fechei meu ziper quase no mesmo instante a aeromoça chegou com meu pedido.
- Aqui está senhor, algo mais ?
- Obrigado por hora, agradeci enquanto abaixava a mesinha do avião.
Bebi  o suco e em seguida comecei dobrei alguns guardanapos e enfiei a mao dentro da bota, senti as laterais umidas. O papel não ajudava muito, parecia acetinado e mais espalhava a porra por dentro dela do que a absorvia.
Aos poucos espalhei e sequei o que deu, coloquei os guardanapos dentro do copo e enfiei o copo no bolsão do assento da frente aonde se guardam as revistas e encartes de segurança do avião.
Neste momento estava tão relaxado que recostei-me e acabei adormecendo...
Não sei exatamente quanto tempo se passou mas algum tempo depois acordei com minha vizinha de assento, a Julia, tocando suavemente em meu ombro direito pedindo passagem para usar o banheiro. Entrei em pânico, as botas dela ainda estavam em meu colo, como eu poderia levantar para lhe dar passagem sem mostrar elas para a Julia ...
Então, segurei as botas pela coberta e pressionei contra meu peito, levantei e dei passagem a garota. Neste momento olhei mais atentamente para seu corpo, envolto num jeans levis claro e justo, um bumbum pequeno e muito bonito saiu em minha frente rebolando suavemente pelo corredor da aeronave em direção ao banheiro.
Logo quando fui sentar seu marido o Claudio já estava desperto e puxou uma conversa rápida dizendo que já estavam se preparando para o serviço de café da manhã.
Fiquei pasmo, havia dormido por horas e não tinha percebido, logo a Julia estava de volta, desta vez entrando pelo lado do marido para não me incomodar.
O Claudio se levantou e foi ao banheiro enquanto sua bela mulher acomodava-se do meu lado, no speaker a comissária anunciava o início do serviço de café da manhã e eu pensava em como iria tirar aquelas botas de meu colo...
Não demorou muito e a Julia começou aprocurar por suas botas, e num momento em que ela se virou para o outro lado eu abri as pernas e deixei ambas cairem de meu colo para o piso. Ela logo voltou e pedindo licença abaixou-se e as encontrou.
- nossa olha aonde viream parar as minhas botas kkkkk.
- que coisa, disse eu, nem percebi. Falei meio baixo tentando disfarçar.
Ela não pensou duas vezes, enfiou o pé dentro da bota , acomodou o jeans e fechou o ziper, logo se pós a fazer o mesmo com o pé direito enquanto falava  sobre o sua estada em Londres.
O serviço de café começou e não pude deixar de perceber que algo incomodava a Julia, ela mexia muito ambos os pes de forma diferente como fazia no inicio do voo, como se algo a estivesse incomodando.
Café de avião não é grande coisa, conversamos mais um pouco enquanto o capitão anunciava os preparativos para o pouso em SP. O Claudio havia deixado mais uma vez o assento então aproveitei  par ser ousado e elogiei a bota da Julia.
- Muito bonita sua bota, diferente, disse olhando para elas.
- obrigada, comprei a uns 3 anos, é minha bota favorita, respondeu a minha colega olhando para as botas também.
Olhando para a bot e depois voltando-se para mim ela disse
- Você não....  , ela começou a falar quando foi interrompida pelo speaker da aeromoça pedindo para voltarmos os encostos dos assentos nas posições .
Logo em seguida o Claudio chegou e se pos a falar com a Julia preparando a declaração alfandegária.
Pousamos em mais alguns minutos e logo estavamos todos nos corredores em direção ao desembarque internacional.
Emquanto esperava minha bagagem nas esteiras vi o Claudio com um carrinho debruçado sobre ele enquanto a Julia estava do outro lado apoiada numa coluna com a bota do pé  esquerdo de ziper todo abaixado e ela  ennfiando a mao dentro dela entre o pe como se estivesse arrumando a meia.
Já estava com minha bagagem e saindo do da área de esteiras quando vi a Julia esfregando os dedos e olhando para a mao logo depois olhando para todos mei que procurando alguem.
Ela pisou firme no chao e puxou rapidamente o ziper logo se pos a andar pelo salão das esteiras enquanto eu tentava fugir de seus olhares perdidos pela multidão.
Tenho certeza que ela deve ter percebido o que fiz e seguranmente pela suas expressões no momento não deve ter aprovado mas certeza mesmo nunca tive porque deixei o aeroporto e nunca mais vi aquele casal, nem aquelas maravilhosas botas...